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Todo mundo só pensa nisso: Dados e transformação digital

Por 25 de julho de 2021 Sem comentários

*Por Fábio Moraes

Certamente você já deve ter visto aquela estatística que diz que 90% (às vezes mais) de todos os dados criados pela humanidade foram gerados nos últimos dois anos. Pode ser que esse número seja verdade, pode ser que não. Mas num cenário de economia digital como o que vivemos atualmente, a repetição incansável desse número só demonstra que dados são, de fato, o combustível do futuro.

Noutras palavras: Se você quer um negócio bem-sucedido, você precisa lidar bem com dados.

Neste artigo, eu quero mostrar para você exatamente o que é preciso que você faça para que o seu trabalho com dados — especialmente no modelo de big data — seja bem-sucedido. Pode parecer estranho, mas na verdade os líderes de análise e gerenciamento de dados dizem que a maior parte das empresas não sabem o que fazer com seus dados, seja em matéria de lucro e, especialmente segurança (da empresa e do cliente). À luz de boas práticas de governança e gerenciamento de TI, isso é algo muito complicado. Sem falar nas perdas econômicas que o mau gerenciamento causa.

O dado e o líder

Por que todo mundo só fala em dado? Bom, imagine o seguinte: imagine que você é um comerciante que está em dúvidas sobre os hábitos e desejos de consumo dos seus clientes. Além disso, você quer fazer um cartão para a sua loja, mas não sabe exatamente que tipo de oferta de crédito prover para os seus clientes.

Só que aí você descobre que há um jeito de saber todas as respostas que você procura: com dados. Descobrir o que eles procuram, que tipo de transações efetuam e quais operações mais combinam com os seus perfis. Quem desvenda esse segredo para você é o dado.

E para descobrir que oferta pode ser generalizada para a maior gama de clientes possíveis, você pode colocar todas essas informações dentro de uma máquina e gerar duas soluções de valor para a sua organização: não apenas você tem essa oferta que você pode procurar, mas, com dados adicionais, pode, por meio de um outro elemento disruptivo, saber se um potencial cliente é ou não um nome para ter crédito oferecido.

Os ganhos que o dado oferece às lideranças são extraordinários, vistos desde esse ponto de vista. E vejam só: grandes lideranças sempre souberam disso. Na Inglaterra do século XI, o rei Guilherme, o Conquistador, ordenou os tesoureiros da corte a perambularem por todo o país para descobrir quantas posses, quantas cabeças gados e quantas outras riquezas cada um dos cidadãos do reino possuíam. O resultado ficou conhecido como o Livro de Contabilidade — em inglês, Domesday Book. Como as pessoas acreditavam que no Juízo Final, todos teriam de prestar contas com Deus como tiveram que prestar contas com o rei, logo o nome Domesday Book virou Doomsday Book: o Livro do Juízo Final.

O rei Guilherme precisou de um ano para fazer toda a contabilidade dos dados dos seus cidadãos. Outros líderes fizeram a mesma coisa. Então, se desde a Idade Média o dado se faz presente na vida da liderança, por que hoje todos falam tanto dele?

O dado e o digital

A grande questão está na transformação digital. No exemplo hipotético que dei acima, falei que o dado pode gerar novas informações e novas soluções: colhê-lo e pô-lo para ser interpretado por uma tecnologia que o permite saber a confiabilidade de um cliente.

O diferencial está na transformação digital. Processar e interpretar dados com tecnologias de automação e de aprendizado de máquina é algo que jamais foi possível antes. E essa é uma das grandes mudanças da Indústria 4.0. Isso permite uma agilização do processo (melhorando tanto a Customer como a Employee Experience), como redução de custos e um foco melhorado na proteção e segurança da organização.

Aliás, se eu pudesse dizer para você quais são os três elementos que definem o big data à luz da transformação digital, os elementos são exatamente esses:

  • Agilização;
  • Redução de custos;
  • Segurança e pensamento estratégico.

O dado digital está no pilar da mudança de paradigmas que estamos vendo no mercado atualmente. É importante trazê-lo para dentro dos modelos atuais de governança e segurança digital. Como falei no início do texto, eles são responsáveis por uma grande margem de lucros — e de segurança também. E a hora de adaptá-los às exigências atuais é agora.

É por isso que todo mundo só pensa nele.

— Fábio Moraes é Digital Transformation Lead Partner na SAFEWAY

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